
Dafne Veloso
Atuação em Direito Criminal e Direito de Família, com escuta atenta e acompanhamento próximo de cada caso.
A Lei 15.240/25 reconhece o dever de cuidado dos pais. Quando essa ausência foi voluntária, contínua e causou dano na sua vida, é possível pedir reparação na Justiça — com sigilo e sensibilidade.
A lei diferencia ausência involuntária (doença, distância imposta, decisão judicial) de ausência voluntária. A segunda é a que pode gerar direito à reparação.
Não é. Cuidar vai além do dinheiro: envolve presença, acompanhamento e participação na vida do filho. Pagar pensão não substitui isso.
O direito à reparação não desaparece quando você faz 18 anos. O que precisa de atenção é o prazo para entrar com o processo, que depende do seu caso.
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Mensagens, registros escolares e médicos, testemunhos e documentos que demonstrem a omissão voluntária e contínua do genitor.
Laudo elaborado por profissional qualificado para dimensionar o impacto da omissão sobre o desenvolvimento e a vida adulta do autor.
Em casos cabíveis, propomos diálogo prévio para reparação consensual, preservando aspectos sensíveis da intimidade familiar.
Ajuizamento da ação com pedido fundamentado na Lei 15.240/25 e na jurisprudência consolidada do STJ sobre dano existencial.
Divórcio se conecta com pensão, guarda e partilha. Veja os guias correlatos e fale com nossa equipe.
Conduzimos esse tipo de demanda com discrição, escuta cuidadosa e fundamentação técnica robusta, ancorada na Lei 15.240/25 e na jurisprudência consolidada sobre dano existencial.
Sem terceirização, sem rodízio. O profissional que assume o seu caso é o mesmo que conduz cada etapa.

Atuação em Direito Criminal e Direito de Família, com escuta atenta e acompanhamento próximo de cada caso.

Atuação em Direito Criminal e Direito de Família, com análise técnica e estratégia individualizada.